quarta-feira, 27 de julho de 2016

UM TOMBO INSPIRADOR.

A empresária Luiza Helena Trajano, criadora e proprietária da rede Magazine Luiza, tomou retumbante tombo ao carregar a tocha olímpica. Episódio até certo cômico, mas que não abalou a criativa empresária. Pelo contrário, inspirou-a a uma promoção de vendas para os clientes da loja. “A Dona Luiza caiu, mas está bem. Vocês pediram e os preços caíram também”, é o que anuncia a promoção; 70% de desconto em diversos produtos com frete grátis.

Fonte: http://canaltech.com.br/noticia/e-commerce/tombo-de-dona-do-magazine-luiza-inspira-promocao-com-70-de-desconto-74613/?ref=yfp

COISAS DE MENINOS

Numa aula de religião, a professora pergunta:
- Qual a parte do corpo que chega primeiro no céu?
- As mãos, professora! – responde a Claudinha.
- Por que as mãos, Claudinha?
- Porque é com as mãos elevadas ao céu que rezamos, professora.
Então, o Joãozinho põe-se de pé e retruca:
- Não é não, professora. Quem chega primeiro no céu são os pés.
- Não me diga, Joãozinho. Pode me dizer por quê?
- Noutra noite fui quieto ao quarto dos meus pais e lá estava minha mãe com os pés no ar e gritava: “Ai meu Deus! Ai meu Deus! Eu vou pro céu, querido. Eu vou pro céu”. Ela só não foi pro céu, professora, porque meu pai estava em cima dela, segurando ela.


            

sexta-feira, 25 de março de 2016

HOLANDA, ALGO EM COMUM COM O BRASIL?


Espiando algumas notícias internacionais, li no Yahoo Notícias uma informação curiosa e invejável. Na Holanda, um terço das 13500 celas não está ocupado, ou seja, não há criminosos para elas. Em vista disso, há probabilidade de pelo menos cinco presídios serem fechados por falta de condenados. Essa situação está gerando muita preocupação nos funcionários das cadeias em face ao desemprego. A Holanda, na tentativa de ajeitar as coisas, está alugando presídios para a Bélgica e para a Noruega; informa-se que 300 criminosos belgas e 240 noruegueses já foram transferidos para a Holanda.

Segundo análises das autoridades holandesas, o índice de criminalidade por lá deve diminuir cerca de 0,9% anualmente, nos próximos cinco anos. Segundo eles, as razões dessa baixa onda de crimes dão-se ao fato da população mais velha, com menor possibilidade de cometer crimes. Mesmo com a formação de gangues em Amsterdam, a quantidade de crimes é muito baixa.

Algo em comum com o Brasil? ABSOLUTAMENTE NADA!

 

 

quinta-feira, 17 de março de 2016

VAMOS AO TEATRO! EM LIMOEIRO DO NORTE, CE.


Comemore o Dia do Teatro e do Circo com Grupo Cena’s de Teatro

Comemorado nos dias 26 e 27 de março (sexta e sábado) o Dia Internacional do Teatro e o Dia Nacional do Circo, o Grupo Cena’s de Teatro realiza uma programação especial voltada para todos os públicos com Parada Cultural, Cortejo pelas principais praças do Centro da cidade, onde serão apresentadas Performances com alunos da Escola de Arte Dramática Intérpretes, e uma matinê com Brincadeiras Esquecidas. E pra fechar com chave de ouro, no auditório da FAFIDAM, o espetáculo de Paulo Sacaldassy, que ressalta a magia das brincadeiras de antigamente, RATIMBUM PARARATIMBUM!!!
Venha para nossa festa, e FELIZ DIA DO TEATRO!!!


 
 
 

segunda-feira, 14 de março de 2016

A DEMOCRACIA SORRIU.

Ontem o Brasil enfim mostrou a cara de uma forma convincente ao mundo e aos que não acreditavam. Fiquei feliz por sentir o espírito democrático contaminando as pessoas, lembro do tempo que falar de política era para chatos e infelizes. vejo como benéfica a ilusão criada e sentida de que podemos mudar o país nas ruas, fosse verdade os caras pintadas dos tempos do Collor não estariam vendo esta crise gigantesca na política, economia e ética,eu não sou contra o PT e seus seguidores, sou contra corrupção e corruptos, fico triste com líderes que se elegeram prometendo uma nova política e se beneficiaram dos esquemas de corrupção para financiar suas carreiras e suas vidas! o caminho da resposta democrática é e sempre será nas urnas. Este ano teremos eleições municipais e já estamos vendo os políticos mobilizando seus seguidores e muitos já nos tentam convencer com uma enxurrada de promessas impossíveis de serem realizadas e são esses os primeiros que devemos excluir, também aqueles que estão no poder e usando dele para benefício próprio e fazendo péssima administração e vereadores que não representam os pensamentos da sociedade que os elegeram, no voto é que vamos fazer a verdadeira revolução. No dia 18 será a vez daqueles que acreditam no governo da Dilma e na inocência do Lula irem as ruas e gritarão em favor deles, eu como democrata que sofria nos tempos da ditadura por não poder dizer o que sentia na política, vou sorrir de alegria mais uma vez! viva a democracia! viva o respeito as opiniões! que disso tudo saia uma sociedade mais interessada em política e mais criteriosa na hora de votar e decidir o futuro do país!
  







 beto villani

CURIOSIDADES HISTÓRICAS NA ÉPOCA DE DOM PEDRO II.



1. O Paço Leopoldina localizava-se onde atualmente é o Jardim Zoológico.
2. O Terreno onde fica o Estádio do Maracanã pertencia ao Duque de Saxe, esposo da Princesa Leopoldina.
3. Santos Dumont almoçava 3 vezes por semana na casa da Princesa Isabel em Paris.
4. A ideia do Cristo na montanha do corcovado partiu da Princesa Isabel.
5. A família imperial não tinha escravos. Todos os negros eram alforriados e assalariados, em todos imóveis da família.
6. D. Pedro II tentou ao parlamento a abolição da escravatura desde 1848. Uma luta contra os poderosos fazendeiros por 40 anos.
7. D. Pedro II falava 23 idiomas, sendo que era fluente em 17.
8. A primeira tradução do clássico árabe “Mil e uma noites” foi feita por D. Pedro II, do árabe arcaico para o português do Brasil.
9. D. Pedro II doava 50% de sua dotação anual para instituições de caridade e incentivos para educação com ênfase nas ciências e artes.
10. D. Pedro Augusto Saxe-Coburgo era fã assumido de Chiquinha Gonzaga.
11. Princesa Isabel recebia com bastante frequência amigos negros em seu palácio em Laranjeiras para saraus e pequenas festas. Um verdadeiro escândalo para época.
12. Na casa de veraneio em Petrópolis, Princesa Isabel ajudava a esconder escravos fugidos e arrecadava numerários para alforriá-los.
13. Os pequenos filhos da Princesa Isabel possuíam um jornalzinho que circulava em Petrópolis, um jornal totalmente abolicionista.
14. D. Pedro II recebeu 14 mil votos na Filadélfia para a eleição Presidencial, devido sua popularidade, na época os eleitores podiam votar em qualquer pessoa nas eleições.
15. Uma senhora milionária do sul, inconformada com a derrota na guerra civil americana, propôs a Pedro II anexar o sul dos Estados Unidos ao Brasil, ele respondeu literalmente com dois “Never!” bem enfáticos.
16. Pedro II fez um empréstimo pessoal há um banco europeu para comprar a fazenda que abrange hoje o Parque Nacional da Tijuca. Em uma época que ninguém pensava em ecologia ou desmatamento, Pedro II mandou reflorestar toda a grande fazenda de café com mata atlântica nativa.
17. A mídia ridicularizava a figura de Pedro II por usar roupas extremamente simples, e o descaso no cuidado e manutenção dos palácios da Quinta da Boa Vista e Petrópolis. Pedro II não admitia tirar dinheiro do governo para tais futilidades. Alvo de charges quase diárias nos jornais, mantinha a total liberdade de expressão e nenhuma censura.
18. Thomas Edison, Pasteur e Graham Bell fizeram teses em homenagem a Pedro II.
19. Pedro II acreditava em Allan Kardec e Dr. Freud, confiando o tratamento de seu neto Pedro Augusto. Os resultados foram excelentes deixando Pedro Augusto sem nenhum surto por anos.
20. D. Pedro II andava pelas ruas de Paris em seu exilio sempre com um saco de veludo ao bolso com um pouco de areia da praia de Copacabana. Foi enterrado com ele.

Fontes:
Biblioteca Nacional, IMS, Coleção Teresa Cristina, Diário de Pedro II, Correspondências do acervo do Museu Imperial de Petrópolis, Biografias como As Barbas Do Imperador, Imperador Cidadão, Filho de uma Habsburgo, Chico Xavier e D. Pedro II, Cartas da Imperatriz, Teatro de Sombras, Construção da Ordem, D. Pedro II Ser ou Não Ser, Acervo Museu Histórico Nacional entre outros.


terça-feira, 8 de março de 2016

O AMOR DE UMA CADELA POR SEU DONO MORTO.


O amor de um animal representa o que há de mais fiel no mundo em que vivemos. Gostam de maneira incondicional, sem interesses, companheiros leais para sempre. Prova disso é o que vem demonstrando uma cadela vira-lata, que vive em Barra de Bugres, no Mato Grosso.

Seu dono, Antônio Nobre, hospitalizou-se em dezembro de 2015, no hospital municipal local. Mas, devido a gravidade do seu estado de saúde, Antônio foi transferido para hospital de Cuiabá, capital de Mato Grosso, onde faleceu. Sem família, extremamente pobre, ele foi enterrado como indigente lá mesmo, em Cuiabá, uma vez que não possuía recursos nem para transferência do seu corpo para Barra de Bugres. Desde a hospitalização dele em sua cidade, Barra de Bugres, a sua cadela o espera na saída do hospital. Tornou-se símbolo do amor verdadeiro para a cidade. Os funcionários do hospital municipal cuidam dela, que já foi adotada três vezes e por três vezes abandona a família de abrigo e corre para a saída da unidade de saúde, na esperança do reencontro com seu dono.

Atualmente, ela está num abrigo para cães. E ganhou um novo nome, Dorinha. Precisa de cuidados especiais, uma vez que sempre que pode, foge em direção ao hospital. Assim, as possibilidades de adoção ficam complicadas.

Fonte: Yahoo Notícias.

CÁTIA FONSECA, O SORRISO DA TV GAZETA.








COISAS IMPORTANTES - CORREIO.

 


Se você tem por hábito utilizar os Correios, para enviar correspondência, observe que se enviar algo de pessoa física para pessoa física, num  envelope leve, ou seja, que contenha duas folhas mais ou menos, para qualquer lugar/Estado, e bem abaixo do local onde coloca o CEP escrever
a frase 'Carta Social', você pagará somente R$0,01 por ela.
Isso está nas Normas afixadas nas agências dos correios, mas é claro que não está escrito em letras graúdas e nem facilmente visível.
O preço que se paga pela mesma carta, caso não se escreva 'Carta Social', conforme explicado acima custará em torno de R $0,27 (o grama).
Agora imaginem no Brasil inteiro, quantas pessoas desconhecem este fato e pagam valores indevidos por uma carta pessoal diariamente?


quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

AS SURRADAS SANDÁLIAS DA FÉ.

Roberto Villani

            Conta-nos uma lenda, me foi narrada há alguns anos por uma senhora, que Jesus, ao caminhar por Jerusalem, cruzou com um pastor de ovelhas que levava presa numa corda uma cordeira para negociá-la. E Jesus lhe disse:
            - Queres negociar? Troco minhas sandálias pelo teu animal.
            Ajoelhou-se o pastor assim que reconheceu o Mestre. E Lhe respondeu:
            - Senhor, honra para mim a tua oferta. Mas meu animal não vale as tuas sandálias... - pelo que Jesus retrucou: - Minhas sandálias estão surradas pelo meu eterno caminhar. Mas se concordares com minha oferta, dar-te-ei esta missão: com elas nos teus pés, andarás pelos caminhos dos séculos levando aos incrédulos a Fé em nosso PAI e em mim. Sereis minha Fé personificada, por todo o sempre.
            E assim se fez.
            Frederico, imigrante italiano, chegou no Brasil por pai e mãe em busca de trabalho no cultivo de café. Menino de sete anos, deslumbrou-se com a viagem de navio a vapor, com o mar aberto ao sol, à lua, às estrelas e às esperanças de vida melhor. Desceu no porto de Santos e, ao primeiro contato dos seus pés com o solo brasileiro, suplicou:
            - Dio, si prega, di aiutare i miei genitori. - pedia proteção de Deus aos seus pais.
            Subiram a Serra do Mar, atravessaram a capital São Paulo, e se instalaram numa fazenda do Vale do Paraíba. Não fora difícil para eles, uma vez que a expansão das lavouras cafeeiras promovia contratações de mão de obra imigrante. Nessa proposta, agentes aliciadores levavam às fazendas pessoas assim que chegavam principalmente de navio.
            O menino Frederico imaginava que Deus haveria de conduzir seus pais a uma vida de fartura. Deus e Jesus, a quem ele rezava diariamente. Na fazenda havia uma capela dedicada à Nossa Senhora das Dores, na qual todos domingos um padre chegava até lá e rezava uma missa aos colonos. Frederico não perdia, fizesse sol ou chuva. Ajoelhava-se na primeira fileira de bancos e orava com fervor. Sempre pedindo em favor do pai e da mãe. Algumas vezes, o jovem italiano observava um homem entrar na capela, silencioso, e postar-se encostado na parede lateral. Roupas simples de colono, Frederico prendia o seu olhar nas surradas sandálias do homem; tinham algo misterioso que o menino não conseguia decifrar.
            E a vida passou pelo tempo. Sua mãe morreu de pneumonia e seu pai, abatido pela perda da esposa, enlanguesceu. Pouco depois, partiu vítima de aneurisma cerebral. Com a morte deles, Frederico já não mais cultivava tanto a fé. Mostrava-se sempre absorto, quem sabe fugindo da realidade que ele considerava injusta. Mas como já havia concluído o curso ginasial, realizado na escola da fazenda, resolveu deixá-la e aventurar-se na cidade. Tinha umas parcas economias, herança dos falecidos pais, o que por algum tempo lhe daria garantias para acomodação e alimento.
            Certo dia, cansado de inutilmente procurar emprego, com suas economias em estado de alerta, Frederico deixou de acreditar nas forças divinas que o alentavam. Na verdade, certo desespero tomava conta dos seus pensamentos. Não sabia o que fazer. Pensou até em mudar-se para a capital e tentar a sorte por lá. Mas não tinha mais dinheiro suficiente para instalar-se numa cidade tão grande. Além da acomodação que fosse numa pensão modesta, mais comida e transporte sairiam muito dispendiosos. Decidiu sentar-se num banco da praça principal da cidade. Quem sabe, em contato com a Natureza, seus pensamentos poderiam conduzi-lo a soluções plausíveis. E assim o fez.
            - Bom dia, senhor! - disse-lhe um homem maltrapilho, talvez morador de rua pela aparência. - Posso sentar-me ao seu lado? - e com a anuência do Frederico, o homem acomodou-se no banco. E prosseguiu: - Vejo que o senhor está triste. Mas os tropeços que enfrentamos pela vida são para nos ensinar a andar, a observarmos bem por onde pisamos. E não devemos desanimar por eles. São lições que o PAI nos dá para evoluirmos, para crescermos. Com fé, o senhor irá reencontrar a felicidade. - levantou-se e afastou-se. Frederico pode ver nos pés do tal homem sandálias incomuns à época e lembrou-se daquele que frequentava a capela da fazenda. Mas aquietou-se.
            Bom tempo depois naquela tarde, Frederico já decidia voltar à pensão, chegou-se a ele outro homem, bem vestido, terno, camisa e gravata brancos. Sentou-se ao lado do Frederico e...
            - Por desejo de quem muito te ama, venho entregar-te este endereço para que nele reencontres a tua fé. - disse e entregou ao Frederico um pedaço de papel. - Apresente-se ao senhor Gabriel. - ergueu-se e partiu sem dizer mais nada. E Frederico pode ver nos seus pés as mesmas surradas sandálias, apesar da bela indumentária branca.
            Esse episódio findo, com a tal visita ao senhor Gabriel, Frederico mudou totalmente a sua maneira de ver a vida. Completou os estudos, casou, teve três filhos e tornou-se empresário de sucesso na área comercial. Mas também se fez apregoador da Fé, apresentando-a, em palestras voluntárias, como o único caminho para a felicidade. E mantinha-se sempre muito bem vestido, mas sem nunca tirar dos pés as surradas sandálias da Fé.

  



quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015