segunda-feira, 14 de setembro de 2015

UAI, SÔ! - OUTRA DO MINEIRIM.


Imagem da Internet.
 
Um mineirinho bom de cama, passando por New York, pega uma americana e parte para os finalmentes.
Durante a relação, a americana fica louca e começa a gritar:
- Once more, once more, once more.....(tradução de once more: "mais uma
vez")
E o mineirinho responde desesperado:
- Beozonte, Beozonte, Beozonte...

FALAR COM DEUS.


Quando quero falar com Deus, não fico olhando para o céu, como se Ele estivesse lá em cima distante de mim. Ponho-me em silêncio, acomodo-me num local tranquilo, e medito em introspecção. Então, analiso-me, asseguro-me da minha fé,  e, em pensamento, envio mensagem a Deus, na fé absoluta que Ele está me ouvindo e que, de algum modo, me responderá. Deus está dentro de nós; nossa fé absoluta O mantém  em nosso coração.

INFÂNCIA VIOLENTADA.



            Há alguns anos, quando participei do COMUCRA - Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, de Descalvado (SP), por deveres do exercício, estudei teores do Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA. Lei que se predispõe a defender crianças e jovens de infortúnios da vida em sociedade. Lembro-me que nas oportunidades de trabalho em reuniões ou em ações, prevalecia as determinações da cartilha-mor do encaminhamento dos menores; nada poderia atingi-los física e moralmente. Diante disso, nós, do Conselho, envidávamos todos os esforços possíveis para o cumprimento da lei.

            Mas, permita-me amigo leitor, amiga leitora, retornar algum tempo mais. Década de setenta, em Santos (SP), eu pertencia ao grupo de comissários de menores do Fórum daquela cidade. Cabia-me, então, realizar sindicâncias junto a familiares de menores que, de uma forma ou de outra, sofriam de alterações comportamentais ou de violência física e moral. Casos de agressões, de estupros, sevícias contra a infância e adolescência. Por outro lado, casos de roubos, violência, drogas etc, práticas comuns de  menores infratores. Para termos ideia, naquela época, havia um menino de apenas doze anos com assassinatos em seu currículo. Triste, mas verdade. Pois bem, executávamos nosso trabalho in loco, visitando familiares, entrevistando vizinhos, professores, enfim, todo aquele que convivesse com os menores envolvidos. Levantávamos a ficha completa de cada caso, elaborávamos relatório detalhado com fotos, relatos e tudo o que fosse útil à análise dos problemas. Esse relatório, finalizado, era encaminhado ao doutor Juiz de Menores que, à vista do processo no qual se incluía nossas ponderações, decidia pelo procedimento mais adequado. Naquele tempo, felizmente, não havia o ECA, o que permitia ao magistrado o enquadramento perfeito das suas decisões.

            Hoje, por conta da impunidade que impera nas decisões judiciais do nosso País, o ECA presta-se mais à demagogia sócio-política do que propriamente à defesa do menor vítima. E o que mais me assusta é a frequência atual de crimes contra a criança. Se não, vejamos:

            1) O menino desapareceu. Durante três dias, a família o procurava, sem resultados positivos. Contudo, o mau cheiro que invadia a sala da casa onde vivia o garoto chamou a atenção. Kelvin, de apenas seis anos, morto há três dias, tinha seu corpo enrolado num lençol, escondido dentro do sofá. Alegando que já tentara matar o filho outras vezes, a própria mãe confessou o crime.

            2) Duas crianças. João Vitor, de treze anos, e Igor, de doze. Ambos assassinados pelo pai e pela madrasta. Ambos assassinos, após matarem os meninos, atearam fogo nos corpos, esquartejaram e jogaram os pedaços no lixo. Um gari, que recolhia o lixo na rua na qual moravam os menores, descobriu os corpos mutilados, em Ribeirão Pires, interior de São Paulo.

            3)  Este caso aconteceu recentemente em São Paulo, capital. Ezra, de apenas sete anos, filho de Lia. Vivia com a mãe e com Lino, o padrasto, e com dois irmãos por parte de mãe. Ele nasceu na Africa, país de origem de sua mãe e do padrasto, e há dois anos veio para o Brasil. Segundo pessoas que o conheciam, diziam-no sempre muito triste. A mãe e o padrasto tinham uma loja de doces no centro de São Paulo. Sem maiores explicações, fecharam a loja alegando que ela seria reformada. Na verdade, estavam fugindo para a Africa depois de assassinarem o pequeno Ezra. O corpo do menino foi encontrado num freezer, na sala da casa deles, por um primo de Lino, que desconfiou da estranha viagem da família sem maiores explicações e conseguiu entrar no apartamento. Mas o triste deste caso é que o Conselho Tutelar foi avisado, recolheu o menino por dias e depois o devolveu à família, ou seja, aos torturadores do garoto. O pequeno já havia manifestado seus medos à sua professora, inclusive mostrando as marcas das agressões em suas costas. Com tudo isso, foi entregue à morte pelas autoridades que o deviam proteger.

            Mas, para que serve o tal ECA? Para proteger menores infratores? Para que servem as leis que dispõe a justiça de crimes contra a criança? A justiça brasileira precisa de urgentes e radicais reformas. Adequá-las aos tempos de hoje, senhores deputados, senhores senadores. Assassinos de crianças, covardes, merecem cadeia plena, perpétua, ou pena máxima. Enquanto isso, na divulgação de seus partidos, os políticos vivem afirmando que estão mudando o Brasil; não os coloco em posições de credibilidade. Não vejo nenhuma mudança. O discurso continua o mesmo e o Brasil, o povo brasileiro, continua buscando uma corda para sair do buraco cavado pelos corruptos, pelos demagogos. Até quando?.
 
Prof. Roberto Villani

 

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

O QUE VOCÊ ACHA DO OVO?

Se você tem dúvidas sobre o ovo... Se tem medo de comer ovo... Assiste a este vídeo.

MAIS UMA VEZ, PLOC EM LIMOEIRO DO NORTE - CEARÁ.


 


No próximo dia 26, às 19 horas, em Limoeiro do Norte, Ceará, a talentosa Dallva Rodrigues levará à cena  a peça infanto-juvenil PLOC, A BORBOLETA MAIS LINDA QUE JÁ VI. A apresentação faz parte da IV Mostra Cena´s, no auditório da FAFIDAM.  Desde 28 de março, vários espetáculos sob a responsabilidade da Dallva vem sendo apresentados ao público, sempre com grande sucesso. O calendário é o que segue:
28/03  -  O menino que virou história;
25/04  -  Para sempre Chiquititas;
16/05  -  Maria toda mulher;
13/06  - Lampião e Maria Bonita;
26/07  -  Ratimbum Pararatimbum;
29/08  -  Geni e o Zepelim;
26/09  -  Ploc, a borboleta mais linda que eu já vi;
09/10  -  Para sempre Chiquititas;
10/10  - A verdadeira jistória do Lobo Mau malvado;
11/10  -  Os saltimbancos;
28/11  -  Confissões de adolescente;
19/12  -  Ainda existem flores no jardim.
Realmente, o Ceará, pelas mãos da Dallva Rodrigues e do seu maravilhoso grupo, sente-se enriquecido culturalmente. Um exemplo a ser seguido. Percebam que o Cena´s não para o ano inteiro.
Quem estiver por perto deve comparecer e prestigiar.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

ELE VOLTOU! O JORNAL "A PALAVRA" ESTÁ DE VOLTA!

 
Criado pelo jornalista Luiz Alair Bueno, o jornal A Palavra iniciou sua jornada marcante no jornalismo descalvadense no dia 12 de março de 1991. Sabe-se que, na época, Luiz Alair Bueno sonhava com um canal de comunicação autêntico, verdadeiro, que fosse suporte na defesa incondicional dos interesses do povo de Descalvado (SP). Lutou muito por isso.  Até a sua morte, incansável. Entretanto, o jornal, após a sua morte, passou por mãos não preparadas para os objetivos sonhados pelo seu criador e fracassou. Interrompeu por algum tempo suas manifestações. Na época, a família do Luiz Alair não tinha a experiência necessária para conduzir o jornal. Hoje, dia 8 de setembro de 2015, esposa e filhas de Luiz Alair assumem a máquina noticiosa do periódico. Agora preparadas, com uma equipe compromissada com os ideai do seu criador, A Palavra volta às residências da cidade, levando às pessoas o que de melhor e mais verdadeiro circula pelo município. Seja na política, na cultura, no esporte, no social, nas notícias policiais, enfim, naquilo que a vida descalvadense revela dia-a-dia. Portanto, todos os finais de semana, nas bancas. Vamos prestigiar. Eu e meu filho Beto Villani estaremos nas honradas páginas do A Palavra. Com muita alegria. Em honra ao saudoso e ilustre jornalista Luiz Alair Bueno.

domingo, 6 de setembro de 2015

PREFEITO DE DESCALVADO (SP) ACUSADO POR NEPOTISMO.


Parece que o prefeito de Descalvado (SP), Henrique Fernando do Nascimento, está enroscado na própria teia que teceu na prefeitura. Nomeou sua mulher Rosângela como secretária municipal e foi denunciado pelo crime de despotismo. Esse ato fere a Súmula 13 do Supremo Tribunal Federal que se refere ao nepotismo, ou seja, governantes nomearem parentes para cargos públicos sob sua gerência. A denúncia foi feita pelo vereador Argeu Reschini (PROS - Descalvado) diretamente ao Ministério Público. Pelo que parece, o prefeito deverá exonerar a esposa, cujo salário aproxima-se de R$ 7.000,00,  para livrar-se de um possível processo de cassação de seu mandato. Já que ele fala tanto em falta de dinheiro na prefeitura, a exoneração da esposa deixaria uma razoável verba mensal aos cofres municipais.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

GENI E O ZEPELIM EM LIMOEIRO DO NORTE, CEARÁ.

Neste sábado, 29, às 20 horas, a incansável e talentosa Dallva Rodrigues leva ao palco mais um de seus belos espetáculos, GENI E O ZEPELIM. Lá na Faculdade De Filosofia Dom Aureliano Matos - Fafidam.- Limoeiro do Norte, Ceará.
Dallva Rodrigues

SINÓPSE
Baseada na canção brasileira de Chico Buarque, de mesmo nome, a peça narra a longa história que define o episódio ocorrido com Gení, uma moça que era hostilizada na cidade. Diante de uma ameaça de ataque de um Zepelim, o comandante se encanta com os dotes de Gení, que acaba sendo provisoriamente tratada de um modo diferenciado pelos seus detratores. Passada a ameaça, ela retorna ao seu dia-a-dia normal, no qual as pessoas a ofendiam e excluíam, revelando o caráter pseudomoralista e hipócrita da sociedade.

PERSONAGENS:
Gení, Marta,  Dulce, Dolores,  Padre, Banqueiro,  Prefeito,  Jorge, Pai de Geni,  Comandante, Demais atores ‘coro’.

Livre adaptação de Dallva Rodrigues.

sábado, 1 de agosto de 2015

TRAIÇÃO E DECEPÇÃO.


 
"É engraçado como depositamos tanta confiança e tanto sentimento nas pessoas. Em pessoas que achávamos conhecer, mas, que no fim, só mostraram ser iguais a todos. E por esperar demais, sonhar demais, criar expectativas demais, sempre acabamos nos decepcionando e nos machucando cada vez mais." - Dalai Lama. 

                2013, haveria eleição extra para prefeito na cidade de Descalvado. Nosso grupo político então decidiu apoiar a campanha de um candidato. E pôs-se à luta, elaborando um programa de ações para a popularização do homem escolhido. Várias reuniões foram realizadas na antecedência do pleito. Eu e minha família entramos de corpo e alma nessa disputa política, inclusive com aplicação de dinheiro. Como acordo com o candidato, se eleito, nosso grupo o auxiliaria na condução do governo. E conquistamos a vitória.

            10 de janeiro de 2014. Fui nomeado pelo então prefeito eleito para o cargo de diretor da divisão de cultura. Retornei à cultura de Descalvado; de novembro de 2003 a maio de 2011, ocupei essa função com muito carinho. E agora, novamente no posto, minha responsabilidade seria restaurar a cultura municipal, trazendo novamente ao povo eventos culturais de qualidade. Essa responsabilidade foi-me passada e apoiada pela secretaria de educação e cultura, na qual a divisão municipal de cultura estava vinculada. Arregacei as mangas e coloquei-me ao trabalho. Precisava encontrar um local para instalar a divisão de cultura; outrora a mesma situava-se no lugar onde hoje se encontra o museu público municipal. Então, decidi ocupar a antiga estação ferroviária, ex FEPASA.

            A estação e a praça na qual ela está considero-as das mais lindas da região. Entretanto, abandonada por administrações anteriores, servia de depósito de sucata, lixo, abrigo para desocupados, tráfico etc. Resolvi, então, livrá-la do mal e a saneei das mazelas do abandono total. Na antiga sala das bagagens, onde estabeleci o gabinete do diretor, havia tanta barafunda que mal se podia chegar ao meio dela. Para se ter idéia, o chão estava coberto por óleo grosso, daqueles que se usa em motores de ônibus. Comprei detergente especial e, com ajuda de um funcionário, o óleo foi removido. Comprei cortinas, ajeitei móveis de escritório e, enfim, aprontei o cômodo. Compras feitas com meu próprio dinheiro.

            Mas muito ainda tinha de ser feito. Ajeitei a antiga sala de embarque como escritório da divisão e a sala de telégrafos como ambiente para aulas. Nesse um ano e meio, ali foram realizadas várias oficinas culturais como fotografia, óleo sobre tela, bordado, "o homem quântico" etc. Ali também igreja evangélica realizou aulas de evangelização para jovens. Na quase totalidade, ações gratuitas oferecidas à população. Procurei arrumar os banheiros da estação, antes em estado deplorável. Alguma coisa pode ser feita, outras, por falta de dinheiro (?),  a prefeitura deixou de nos atender. Ajustei a iluminação externa, trocando lâmpadas queimadas. O local tinha que estar bem arrumado, pois minha programação determinava atrações públicas na praça, que se propunha a trazer à população para o belíssimo ambiente.

            "Letras e Sons" - famoso grupo lítero-musical de São Carlos, "Shows musicais", com artistas da região e de casa, atrações como festa junina, semana do meio ambiente, circo para crianças etc. A plataforma de embarque da estação transformou-se em palco, coisa que eu tanto sonhei, por várias vezes. E assim, resgatei a importância cultural da antiga estação ferroviária de Descalvado. E até escrevi um texto contando a história das estações ferroviárias de Descalvado, folheto que era entregue gratuitamente para visitantes e alunos de escolas locais.

            Com a divisão municipal de cultura devidamente instalada, procurei reunir a biblioteca, escola de música e o museu público. Minha intenção era fazer um trabalho integrado pois esses órgãos municipais estavam diretamente subordinados à divisão de cultura. Confesso que alguma coisa consegui nesse mister, agastando-me em momentos de desapegos, de indiferença à hierarquia,  em alguma ações. Na verdade, tudo ia muito bem até os últimos dias de junho, quando soube que meu nome constava numa lista de funcionários que seriam dispensados por conta de economia na folha de pagamento. Parte do nosso grupo político, o mesmo que ajudou essa pessoa chegar à vitória, foi afastado da administração por motivos escusos. Então, fui exonerado sem que o tal prefeito, sua esposa e seus assessores levassem em conta tudo o que fizemos na campanha e no próprio trabalho. E, pasme amigo leitor, transferiram os funcionários concursados do setor e desativaram a divisão de cultura. Acabaram com a cultura municipal de Descalvado. Incompetência, incultura, ignorância e indiferença à população da cidade, principalmente aos eleitores que o elegeram. Traição de todos os envolvidos nesse bródio político. Dos governantes e daqueles que queriam o meu cargo, que subestimaram a recuperação da minha saúde no ano passado com vistas ocupar meu posto. Estou decepcionado. Que Deus perdoe os incautos, pois deles é o reino da infidelidade.

 "Às vezes construímos sonhos em cima de grandes pessoas... O tempo passa e descobrimos que grandes mesmo eram os sonhos e as pessoas pequenas demais para torná-los reais!" - Bob Marley
 
Roberto Villani

sábado, 25 de julho de 2015

"CADÊ O PÁSSARO QUE ESTAVA AQUI?", COM FELIPE CASATI DO GRUPO GALHOFAS.


O ator Felipe Casati, do grupo teatral Galhofas, volta à cena em Descalvado, SP. No próximo sábado, 1o, a peça "Cadê o Pássaro que Estava Aqui?" será apresentada no Cine Teatro Estação, às 20 horas, com ingressos a R$ 10,00, vendidos no local. Trata-se de comédia bem ao estilo do Felipe, ator com qualidades indiscutíveis. O Cine Teatro Estação fica na Rua Dom Pedro II, s/nr.
SINOPSE: A peça conta a história de um palhaço que, ao se sentir só, pela perda de seu querido pássaro, tenta das maneiras mais poéticas, absurdas e desesperadoras substituir aquele amor que não existe mais alí, até perceber que esta façanha não é possível de acontecer e passa a ter que brigar com este sentimento.

FICHA TÉCNICA Elenco: Felipe Casati Direção: Felipe Braccialli
Operação de som e luz: César Mazari Produção Executiva: César Mazari e Ana Carolina Costa Dramaturgia de Felipe Braccialli e Felipe Casati Cenografia, figurino e caracterização de Felipe Casati Composição de iluminação e trilha
sonora de Felipe Braccialli Confecção de objetos de cena do Grupo Galhofas
Projeto do Grupo Galhofas Fotografia de Thaneressa Lima Acessoría técnica a linguagem do Palhaço: Eva Ribeiro.


RELEASE: Construído a partir de uma dramaturgia coletiva entre diretor e ator, o espetáculo “CADE O PÁSSARO QUE ESTAVA AQUI?”, produzido pelo Grupo Galhofas, de Uberlândia-MG, conta a história de um palhaço que sofre por sentir saudades do seu pássaro que fugiu. A ideia nasce da vontade do ator e diretor de se experenciarem em tais papéis, e de colocar em cena, de forma singela, o momento atual vivenciado por um dos integrantes do grupo, entendido pelo galhofas como sentimentos universais. A peça conta a história de um palhaço que, ao se sentir só, pela perda de seu querido pássaro, tenta das maneiras mais poéticas, absurdas e desesperadoras substituir aquele amor que não existe mais ali, até perceber que esta façanha não é possível de acontecer e passa a ter que brigar com este sentimento. O espetáculo, por ter esse caráter afetivo, foi construído com total cumplicidade entre os envolvidos, assim Felipe Casati, além de ator, assina cenário, figurino e caracterização, e Felipe Braccialli assina direção, iluminação e sonorização.

Vamos prestigiar. Afinal, a Cultura independente de Descalvado está viva, graças a Deus.
Roberto Villani
 

quarta-feira, 1 de abril de 2015

27 DE MARÇO, DIA MUNDIAL DO TEATRO.


DIA MUNDIAL DO TEATRO

         Vinte e sete de março é internacionalmente comemorado como o Dia Mundial do Teatro. Retrocedendo no tempo, anterior ao período cristão e que marca o nosso atual calendário, vamos encontrar a Grécia Antiga, palco florescente de todas as artes, em especial a arte cênica. Talvez por falta de um material mais consistente que remonte aos tempos de Téspis, encenador e dramaturgo que se ocupava de uma carroça para concretizar seus espetáculos em praças públicas, de uma cidade para outra, os grandes historiadores do teatro se concentram na tragédia grega como o ponto inicial dessa arte que até hoje sobrevive a todas as guerras e dificuldades.
            Para alguns desses historiadores, a tragédia teria nascido de um culto, junto ao altar de algum deus, e que seria uma das maravilhas espirituais do mundo marcando a união de drama e povo, afirmando e fortalecendo a Grécia de então. Para eles, drama tem o significado de ação e, entre todas as ações dramáticas, a tragédia seria a jóia de maior preço. Dificilmente existirá um poeta, um filósofo, um estadista ou um sábio, que não se tenha detido alguma vez, demoradamente, com seu pensamento, analisando a essência da tragédia, porque com certeza sentiu na própria vida os perigos que enfrentou quando, ao se empenhar em grandes tarefas, cruzou com a incerteza, a contingência de uma idéia em que se empenhara.
            Sentiram, que não chega aquilo que na terra nos é oferecido como compensação de aflições íntimas. Sentiram muito mais: a divindade que não responde ao suplicante, por que não se pode colocar em palavras aquilo que ela poderia nos responder, já que as palavras não passam de uma invenção humana, e nada mais são do que metáforas. A divindade nos deixa apenas pressentir que existe, quer seja através das palavras elevadas dos fundadores das várias religiões e dos profetas, da linguagem dos poetas e escultores, da música e seus compositores ou do sucesso de um feito concretizado com coragem e amplitude de responsabilidade, ou mesmo, de um fracasso resultante da extravagância e da irresponsabilidade humana.
            Tudo isto alimentou a tragédia antiga, a cujo campo pertencem os conflitos entre a moral e a paixão, a lei e o direito natural, a medida e o orgulho, entre o conhecimento e um impulso inconsiderado que nos tenta levar às estrelas. Da hipertrofia do eu, que resultam as exigências que visam o mundo e raras vezes serão satisfeitas. E, de contrários duros e inexoráveis, nasce a tragédia, a flor escura e turva onde as gotas do orvalho são lágrimas de um deus compassivo.
            Na decorrência desta criação artística do homem, seguiram-se as várias nuances da arte cênica, desenvolvidas através da comédia grega, do teatro greco-romano, dos mistérios medievais, o drama do renascimento e a comédia dell´arte, o drama pastoril e os dramas populares, o drama shakespeariano, o mimo, a ópera barroca, o teatro popular do barroco, a dramaturgia francesa de Racine, Corneille, Moliére, o drama alemão do iluminismo, a dramaturgia revolucionária do romantismo e do realismo, a dramaturgia burguesa, o drama social, o expressionismo e tantas outras vertentes desta arte que retrata o cotidiano das nações e da raça humana.
            Pelo tanto de história, e pelo valor que representa na formação e educação cultural da sociedade, brindemos neste 27 de março a mais um Dia Internacional do Teatro, aproveitando para orar aos nossos governantes no sentido de que, dediquem parte do seu tempo a promover a produção cultural deste país. Como dizia Garcia Lorca, “um povo que não ajuda ou não fomenta seu teatro, se não está morto, está moribundo.”

CARLOS PINTO
Jornalista
Presidente do Instituto Cultural de Artes Cênicas do Estado de São Paulo
(24/03/03)


O CAFÉ E A DENGUE - IMPORTANTE.



Uma cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, do  Instituto de Biociências da UNESP, durante a pesquisa de mestrado, descobriu que a  borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e desenvolvimento do    AEDES AEGYPTI ( DENGUE).
O processo é extremamente simples:
O mosquito pode ser combatido colocando-se borra de café nos pratinhos de coleta de água dos vasos, nos pratos dos xaxins, dentro das folhas das bromélias...   e o café que é produzido todos os dias, em praticamente todas as casas, o custo é Zero.
O único trabalho é o de colocá-la nas plantas, e jogá-la sobre o solo do jardim e quintal.
Os especialistas em saúde pública, entre elas médicos sanitaristas estão saudando a descoberta de Alessandra, uma vez que, além da ameaça da dengue tipo 3,possível de acontecer devido às fortes tempestades de final de ano, ainda surge outra ameaça proveniente do exterior:  a dengue tipo 4.
Conforme explica a bióloga,  500 microgramas de cafeína , por mililitro de água bloqueia
o desenvolvimento  da larva no segundo, de seus quatro estágios  e reduz o tempo de vida
dos mosquitos adultos.  Em seu estudo ela demonstrou  que a cafeína da borra de café
altera as enzimas ESTERASES responsáveis por processos fisiológicos fundamentais com                o metabolismo hormonal.

“Quem denuncia salva”
           ...Juntos somos mais fortes...
                   Texto técnico enviado por :
                                        Luciana Rocha Antunes
                     Bióloga Especialista em Gestão Ambiental
                     Imagens:  Google